Nossa Tecnologia

A tecnologia sob todas as soluções KODA.

Um hospital precisa de uma IA que se comporte amanhã como hoje, mantenha os dados onde o hospital decidir e deixe registro de cada etapa. Esta é a tecnologia que faz isso, explicada para quem dirige hospitais.

Equipe clínica em uma estação de trabalho, com as camadas da plataforma ao redor: memória do trabalho, funções e permissões, encaminhamento, operação local e histórico de auditoria

O princípio

O modelo não é o agente.

Modelos de linguagem são poderosos e mudam todo ano. Aquilo de que o hospital depende não pode mudar junto: para quem o sistema está agindo, o que pode ver, do que se lembra e quem aprovou o seu trabalho. Mantemos tudo isso em uma camada operacional e usamos os modelos conforme o trabalho exige.

Seis partes, uma plataforma

O que está por baixo das soluções

Monitor mostrando a camada operacional do KODA Kenkō entre os profissionais de saúde, acima, e os sistemas médicos existentes, abaixo

01 · Camada operacional

Runtime Kurahi

A camada operacional que mantém identidade, memória, permissões, evidências e auditoria contínuas enquanto os modelos mudam. Os modelos pensam; o Kurahi mantém tudo ao redor deles íntegro e continua trabalhando entre as tarefas, mesmo quando nenhum modelo está rodando.

  • Permissões aplicadas à tarefa inteira, não só à resposta final
  • Evidências ligadas à fonte, data, versão e permissão
  • O caminho completo registrado: modelos usados, evidências consultadas, quem aprovou

O modelo não é o agente.

Médico, enfermeiras e um gestor trabalhando em duas telas, uma com o registro do paciente e outra com a camada operacional

02 · Agentes persistentes

Agentes que continuam de plantão

Agentes de longa duração que mantêm memória, função, política e trabalho pendente entre sessões e entre trocas de modelo. O agente que apoia a sua equipe de alta na segunda-feira ainda sabe, na quinta, quais casos aguardavam resultado, o que foi combinado e quem aprovou.

  • Função e limites definidos para cada agente
  • A delegação entre agentes é tipada e atribuível
  • Capacidade, sozinha, nunca concede autoridade

O que cada item de memória carrega

  • Fonte e data
  • Versão e responsável
  • Quem pode ler, e com que finalidade
  • Qual tarefa usou, e quando

03 · Memória

Memória persistente

Memória estruturada (fatos, decisões, tarefas em aberto) e memória narrativa (o que aconteceu, em ordem), cada uma com a sua origem. Em cada tarefa, o runtime recupera o contexto mínimo autorizado, nunca o arquivo inteiro, e registra qual memória foi usada.

O modelo recebe o suficiente para a tarefa, nunca o arquivo inteiro.

04 · Espinha de segurança

Verificação entre modelos e revisão humana

Cada rascunho relevante é conferido por um segundo modelo, independente, que procura afirmações sem fonte, contradições e qualquer coisa fora do escopo profissional. Depois, o profissional responsável revisa, corrige e aprova.

Só o trabalho aprovado vira registro, com cada revisor, horário e alteração guardados.

05 · Escolha de modelos

Modelos escolhidos por política

Trabalhos frequentes e sensíveis, como classificação, extração, encaminhamento e documentação clínica em japonês, podem rodar em modelos dentro do seu próprio ambiente. Modelos maiores só são usados onde a sua política permite.

Quando um modelo maior é usado, o runtime envia apenas o contexto mínimo autorizado e registra que fez isso.

Monitor em um escritório do hospital mostrando como a camada operacional conecta os profissionais aos sistemas do hospital

06 · Onde roda

Implantação soberana

Os dados ficam no país: dados japoneses no Japão, dados brasileiros no Brasil. A forma de implantação define por onde os dados passam, e isso fica claro no contrato de cada cliente.

  • Local (on-premise) — Modelos, memória, evidências e auditoria dentro da infraestrutura do próprio hospital. Modelos externos podem ser desligados por política.
  • Nuvem pública nacional — Runtime e modelos em um ambiente dedicado no país, controlado pela instituição.
  • Híbrido — Tarefas rotineiras e sensíveis ficam no local; tarefas aprovadas podem usar modelos maiores, com o contexto mínimo permitido.

Para o seu hospital

O que isso significa para você

Sem depender de um só fornecedor de IA

Os modelos podem ser trocados sem mudar o jeito de trabalhar das suas equipes.

O mesmo comportamento depois de uma atualização

Funções, permissões e registros continuam após a troca de modelo.

Os seus dados ficam onde você decide

Nas suas instalações ou em infraestrutura pública nacional.

Toda resposta pode ser explicada

Quais modelos, quais evidências e qual pessoa aprovou.

O que a sua equipe de TI recebe

  • Já vem pronto

    • O runtime Kurahi com política, permissões e log de auditoria
    • Verificação entre modelos antes da revisão humana
    • Memória com fonte e permissão de leitura por item
  • Configurado para você

    • Implantação local, em nuvem nacional ou híbrida
    • Quais modelos podem ser usados, e em quais tarefas
    • Login, funções e permissões a partir do seu diretório
  • Quem implanta

    • O responsável de TI fornece o ambiente e o acesso à rede
    • A equipe KODA Kenkō instala, conecta e faz a entrega
  • O que a sua equipe de TI aprende

    • Ler o log de auditoria de uma tarefa
    • Alterar com segurança a política de modelos e de dados
  • Escopo à parte

    • Hardware para implantação local
    • Integrações com sistemas fora dos conectores padrão

Veja como funcionaria no seu hospital.

Apresentamos aos seus responsáveis de TI e clínicos as opções de implantação, os controles e o registro que fica.

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